A doença é assintomática no geral, e sintomas só aparecem na fase avançada, quando pode haver hemorragias ou infecções, levando ao odor forte.
O tratamento do câncer de colo de útero baseia-se na cirurgia e na radioterapia, de acordo com o tipo de vírus e seu estágio. Quanto mais precoce o diagnóstico, maior o sucesso do tratamento.
Se o câncer de colo de útero não for tratado, pode invadir outros órgãos, como bexiga, intestino, todo o aparelho genital feminino e dar metástases para outros órgãos. As causas principais de mortalidade são hemorragias e problemas renais.
Os tipos de câncer de colo de útero são o escamoso (97% dos casos) e o adenocarcinoma (3% deles). O tipo mais grave é o adenocarcinoma do colo, felizmente mais raro, que atinge mulheres mais jovens e tem evolução mais rápida.
Para diagnosticar, as mulheres devem ir ao ginecologista para orientações desde antes de iniciarem a vida sexual. O exame colpocitológico é o preventivo do câncer do colo do útero e deve ser feito anualmente, principalmente a partir dos 20 anos até os 50 anos.
Após essa idade, deve ser feito até de três em três anos, nas mulheres que sempre tiveram exames anteriores normais.
Obs: A colposcopia estuda de forma detalhada o colo do útero e orienta os locais alterados para realização de biópsia (retirada de fragmento de tecido). Os tecidos são enviados para laboratório, para comprovar ou não o câncer ou a lesão pré-cancerosa.
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