No momento em que fervem as discussões  em Brasília sobre o uso e a ocupação da Amazônia, um novo estudo reforça a tese de que a dinâmica do desmatamento – a brutal conversão da floresta em campos para a agricultura e pecuária – não se sustenta também do ponto de vista econômico, além do ambiental, gerando apenas 8% do Produto Interno Bruto (PIB).

De acordo com os pesquisadores, a extração dos recursos naturais cria, inicialmente, uma frágil sensação de prosperidade para os municípios em torno da floresta, logo em seguida por um forte declínio nos seus índices de desenvolvimento.

O estudo, publicado na revista “Science”, sugere que esse processo, chamado de economia de expansão e contração ou, simplesmente, boom e colapso – seja substituído por incentivos financeiros e políticas voltadas para o desenvolvimento sustentável.

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