Crianças de até 2 anos e idosos têm mais riscos de sofrerem complicações com a gripe, como insuficiência respiratória, que pode causar pneumonia e até levar à morte.
Há também risco de infecção bacteriana no sistema respiratório logo depois da gripe, o que também pode levar à pneumonia.
As gestantes estão no grupo de risco, porque seu organismo não consegue combater o vírus. Isso porque seu sistema de defesa esta deficitário, para não rejeitar a criança. Além disso, a vacina ajuda a proteger o recém-nascido, que só pode tomá-la a partir dos 6 meses.
Segundo médicos, o ideal é que crianças de até 5 anos também tome a vacina na rede particular, assim como estudantes e adultos que trabalham em ambiente de aglomeração.
O dia D da campanha será no próximo sábado, dia 30). Mais de 1.500 postos, entre fixos e volantes, funcionarão, mobilizando aproximadamente 4.500 trabalhadores.
A imunização só não é recomendada para pessoas com histórico de reação grave à dose anterior desta vacina ou que apresentam alergia grave à proteína do ovo de galinha. A campanha vai até o dia 13 de maio.
Mito - Segundo a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a vacina não é capaz de provocar gripe. A vacina não contém o vírus, mas apenas fragmentos do vírus inativados, incapazes de provocar a doença.
Se alguém teve gripe logo depois da imunização, provavelmente a pessoa já estava com a doença incubada, uma vez que a vacina começa a proteger de 14 a 21 dias após a aplicação, é o que afirma a coordenadora do Programa de Imunização da Sesa, marta Casagrande Koehler.
Algumas reações após a imunização são dor no local, febre brada, dor no corpo, mal-estar geral, mas que não se enquadram como sintomas de gripe.
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