Imagine substituir tecidos do corpo danificados, células do coração, do fígado ou do cérebro, a partir de genes de células-tronco modificados. Essa é uma realidade já pesquisada e uma das grandes invenções que podem melhorar o mundo, segundo pesquisa do MIT (Massachussets Institute of Technology).
O instituto fez uma lista de tecnologias emergentes que apresentam soluções para diversos problemas da humanidade.
A seleção foi realizada entre pesquisas recentes de produtos e serviços que a indústria ainda não adotou em larga escala. A lista foi publicada na revista cientifica Technology Riview.
Conheça algumas dessas invenções para melhorar o mundo:
3D móvel – na posição vertical, as imagens de celular parecem bidimensionais,mas é só virar o aparelho para a posição horizontal que elas saltam da tela e ganham volume. O software cria a ilusão de perspectivas nas imagens estimando a profundidade dos objetos em cena.
Anticorpos de dupla ação – é a junção de dois compostos ativos de drogas contra o câncer: um combate uma substancia que acelera o crescimento de alguns tipos de câncer, e o outro bloqueia uma proteína que estimula a formação de vasos sanguíneos para alimentar o tumor. Combinar dois remédios em uma só molécula pode ajudar a resolver consequências ruins da quimioterapia.
Combustível solar – pesquisadores decidiram criar um sistema para sintetizar diretamente o combustível. A empresa Joule Biotechnologies manipula e projeta genes para criar micro-organismos fotossintetizantes que usam a luz solar para transformar dióxido de carbono em etanol e diesel. Os organismos produzem combustível que deve render 100 vezes mais por hectare do que o milho de etanol.
Células-tronco projetadas – chamadas de células-tronco pluripotentes induzidas (iPS), elas pode se reproduzir muitas vezes e transformam-se em qualquer célula. Além das iPS poderem substituir tecidos danificados, cientistas produziram células especificas para testar como elas agem e testar medicamentos contra a diabetes, por exemplo.
Implante eletrônico solúvel – cientistas da Universidade de Tufts, nos EUA, trabalham em implantes óticos e eletrônicos à base de seda. A idéia é que os aparelhos sirvam para monitorar sinais vitais, aplicar medicação em dose e intervalos corretos, fazer testes sanguíneos e fornecer imagens para diagnósticos.
Depois, quando o material não for mais necessário, ele se desintegra no corpo, sem necessidade de cirurgia para a retirada.
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