Móveis de ferro com meio século de historia estão migrando dos jardins para o interior da casa, deixando de lado a robustez e ganhando leveza, pinturas especiais e linhas bem mais delicadas.
Encontrados em antiquários e reformulados em vitrines contemporâneas, as peças são únicas e conferem uma sensação de aconchego ao ambiente.
Na sala, dá para investir nas chapeleiras do tempo da vovó, charmosas e praticas. Espreguiçadeiras ou divãs com estrutura de ferro demarcam as áreas de descanso e de bate-papo.
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Pufes também imprimem um ar de descontração. Mas a dica é não abusar do material em ambientes muito pequenos, sob pena de transformar sua casa numa ‘gaiola’.
O ideal é que o móvel venha solitário. Nunca em conjuntinho, por exemplo, de um aparador e de uma cadeira.
E se a peça for compacta e pesada, é melhor deixá-la mesmo do lado de fora da casa. Não dá para pintar de branco e levar esse banco para sala. Deixe-o no jardim, e combine elementos românticos, como uma fonte, ladrilhos hidráulicos e samambaias.
No quarto, esta no auge a versão francesa de pufe recamier – um braço retangular que fica na beira das camas de casal. E dá para combinar o ferro a diversos outros materiais: fibras naturais, couro, vidro, madeira e tecidos.
Vale utilizar o móvel de ferro como um adorno, como obra de arte.




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