A estomatite pode surgir por infecções devido a bactérias, machucados na boca com o uso de aparelhos ortodônticos e com próteses dentárias. Além do vírus da herpes e também por agentes químicos, como álcool e cigarro.
A anemia pode ser sinal de estomatite, além de doenças autoimunes, como as inflamações no intestino, que causam muito a estomatite. Outras causas do problema são a má higiene bucal, queimaduras na boca, estresse, alimentos ácidos e até o câncer.
Para tratar a estomatite, o médico vai receitar remédio contra dor e febre, além de soluções para a bochecha com anestésicos para fornecer um alivio à dor do paciente, além de receitar medicamentos, como corticóides tópicos (pomadas) duas a três vezes ao dia para uma cicatrização mais rápida.
No tratamento é indicado gelatina e alimentos que aliviam os sintomas. Comidas quentes ou condimentadas aumentam os sintomas.
A doença pode ser contagiosa. Se as feridas na boca forem causadas pelo herpes, o vírus ficará no organismo para sempre e pode ser transmitido pelo contato direto pessoa a pessoa ou mesmo por meio de objetos contaminados. Mas o primeiro surto de estomatite é geralmente o pior e o problema não costuma voltar.
O diagnostico é realizado por meio do histórico clínico do paciente e da avaliação física dos sinais e sintomas do problema, quando verifica-se o surgimento de “bolinhas” e feridas na boca, muitas vezes com um liquido dentro delas.
A doença é autolimitada, ou seja, dura em torno de dez dias e sua evolução em geral é benigna. Mas como a pessoa pode não conseguir comer é possível que ela fique com desnutrição ou até mesmo desidratação.
Ao perceber um ou mais sintomas acima citados, procure por um médico. Não use remédios por conta própria.
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