Pesquisadores e cientistas descobriram que o cordão umbilical é ao melhor fonte de células-tronco para tratamento de leucemia e de inúmeras outras doenças hematológicas.
Com isso, congelar as células-tronco do sangue do cordão umbilical esta se tornando cada vez mais comum atraindo adeptos em todo o Brasil. Segundo dados do Banco do Cordão Umbilical (BCU).
O BCU é o maior Banco do Cordão Umbilical privado da América Latina e esta presente em trinta cidades brasileiras. O Objetivo do BCU é levar informação e o serviço de coleta e armazenamento do sangue do cordão umbilical.
Após a coleta, o sangue é devidamente acondicionado e o material será analisado, processado e armazenado.
O BCU realiza a criopreservação desse material, que é o processo de manutenção da vida em organismos através de congelamento em nitrogênio a menos 196°C.
As atividades metabólicas e enzimáticas são inibidas, mantendo as células em estado latente, até que sejam descongeladas.
O processo é lento e delicado, pois deve evitar a formação de cristais de gelo no interior das células, que poderiam destruí-las.
Para isso, o BCU utiliza os mais modernos equipamentos do mundo. É o caso do Biosafe, um sistema fechado para que não exista nenhum tipo de contaminação.
Caso o paciente venha desenvolver uma leucemia e tenha armazenado o sangue do seu cordão, a compatibilidade de utilização das células-tronco para tratamento é de 100%.
No caso de seus irmãos de sangue, esse índice atinge 50%. Esse é o principal motivo pelos quais muitas pessoas têm procurado por esse serviço em todo o país.
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