Vários estudos, tanto americanos quanto europeus, chagaram a conclusão semelhante: a paixão, esse estado de alteração mental e física muito característica, dura de 12 a 48 meses.
A média é de dois anos. Outros elementos, não só os químicos, influenciam claro, como o lado psicológico, as personalidades, o histórico de relacionamentos e o grau de expectativa de cada um.
Para o cérebro, existe um limite da perturbação disso, é fisiológico. Por mais que queiramos, o cérebro não consegue manter esse turbilhão de hormônios por muito mais tempo. É biológico, não tem como.
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